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7 dicas para viajar com até R$1.000

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Tá certo que anda apertado pra todo mundo, mas tudo na vida é questão de escolhas, não? Se você gasta cerca de R$200 num fim de semana, só alguns sábados trocando a balada pelo filminho caseiro já podem te render uma viagem bem legal no fim do mês. Olha só:

1. Passagens

A primeira dica, se você ainda não programou suas férias, segure a onda um pouco. Antes disso, dê uma olhada em alguns sites que podem oferecer promoções incríveis para quem não tem data definida. Quando for selecionar a ida, clique no calendário e procure a opção “mês mais barato”. Esta alternativa pode te render passagens (de ida e volta) no Brasil a partir de R$100 por adulto e R$500 para o Exterior. Já pensou que demais?

A partir dessa conta, você já tem uma noção do quanto vai sobrar para ‘esbanjar’ no local.

* Outra coisa: alguns desses sites oferecem a opção randômica para o destino também. É só clicar em “Para onde” e escrever “Qualquer lugar”.

2. Hospedagem

Passagens resolvidas, é hora da hospedagem. Claro que ficar em hotel é uma delícia mas, nesses casos em que o dinheiro não está… digamos assim… sobrando, talvez seja um luxo ao qual o viajante não precisa se apegar.

Hoje em dia, existem opções bem mais em conta para quem, muito provavelmente, só vai entrar no quarto para tomar banho e dormir. Por isso, vale a pena pesquisar hostels e apartamentos de temporada em sites especializados.

Em alguns deles, a diária chega a custar um terço (ou ainda menos) da diária de um hotel. Nos apês, existem opções de duas a oito pessoas, dependendo do tamanho, o que ajuda muito a dividir os custos.

3. Refeições

Não vamos dizer pra você viver de miojo em Paris, mas dependendo de como for, uma ou outra refeição chique pode ser substituída por um lanche em casa ou uma omelete. Novamente, tudo depende do modelo de hospedagem: se for um hostel ou apartamento que ofereça cozinha, ajuda bastante.

Muitas vezes, o que seria gasto no café da manhã de um dia para uma pessoa sozinha, compra ovos, queijo e suco num mercadinho de bairro para um casal tomar café por alguns dias. Fica a dica!

4. Moeda local

Quando a gente acha que o Real está mal na fita é porque não estamos analisando do ângulo certo. Existem moedas infinitamente menos valorizadas que o Real, como por exemplo os pesos Argentinos (1 = R$0,10*), Mexicanos (1 = R$0,20*), Colombianos (1 = R$0,10*)…

Mas se você acha pouco ser “rico” aqui na América Latina, seguem alguns exemplos na Europa também: a Kuna (Croácia) custa R$0,60* e a Lira (Turquia), R$0,70*. Na Ásia, o Won (Coréia do Sul) tem a cotação de 1 = R$0,35.

* Valores aproximados na data de publicação desta reportagem, em março de 2019.

 5. Mapa e deslocamento

Nada de chegar no destino e virar o rei das caronas por aplicativo.  Na gringa (ou mesmo em território nacional), o negócio é bater perna.

É indiscutível: não há forma melhor de ver o local do que caminhar pelas rotas comuns da cidade. Mesmo que você não seja o Mestre dos Mapas, sempre dá para se virar com pontos de referência ou, em caso de dúvidas, uma perguntinha a um policial, morador ou comerciante. Internet ajuda, mas nem sempre vai haver sinal. Por isso, o mapa de papel ainda é um santo remédio nas horas de desespero.

* Fica a dica: mesmo que você não seja o melhor planejador, não custa verificar com antecedência quais são os pontos mais interessantes e tentar associar por bairros ou regiões da cidade. Por exemplo: no dia 1, faça toda a região Norte. No dia 2, as regiões Leste e Sul. E no dia 3, fique livre para explorar o Oeste do seu destino. Organizando assim, você não precisa fazer caminhadas absolutamente longas ou pegar demorados trajetos no trânsito.

No caso de ônibus ou metrô, também vale ter uma cópia dos mapas das linhas e confirmar quais são as estações mais próximas da sua hospedagem e dos lugares que você quer ir. As passagens costumam ser baratas e, em alguns países, podem render até para mais de uma viagem. Vale se informar!

Certamente, você vai se sentir muito mais como um cidadão local do que se estivesse desfilando num táxi com pinta (e orçamento) de turista rico.

6. Garrafa d’água

Parece bobeira, mas levar uma boa garrafinha d’água de casa faz toda a diferença. Chegando na hospedagem, você compra um galão de 5 litros e vai enchendo sua garrafinha para tomar no quarto ou na rua.

Muitos lugares públicos têm até bebedouro (sempre vale uma olhadinha na higiene) onde você pode abastecer seu cantil. Assim, durante o dia, você poupa mais alguns troquinhos para passagens de ônibus ou metrô.  Sem contar que está sendo eco-friendy, consumindo menos plástico e descartando menos resíduos no meio ambiente.

7. Passeios gratuitos

Por fim, seja na gringa ou aqui no Brasil mesmo, opte por passeios gratuitos. E sem preconceito! Já que muitos deles podem ser das paisagens mais lindas. Praças, parques, praias e jardins botânicos podem oferecer cenários de contos de fadas e, já sabe, sem gastar nada.

Em cidades como São Paulo, que não tem orla, uma caminhada pelas avenidonas principais também é uma boa pedida. Consulte nos calendários das cidades se acontece algum tipo de evento cultural ou exposição na semana em que você vai investir seu tempinho lá. Em vários países, inclusive no nosso, você pode encontrar muitos museus gratuitos com peças de ótima qualidade.

Crédito das imagens: Pixabay