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Recife: destaque entre as capitais nordestinas, a Cidade encanta com sua história, belezas naturais e riqueza cultural

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Por Jefferson Cruz

 

Entre tantas cidades lindas de nosso País, uma das mais encantadoras é Recife. Localizada na região nordeste do País, a cidade fundada em 1.537, pelo português Duarte Coelho Pereira (1.480-1.547), inspira a todos com sua riqueza cultural e belezas naturais.

Com quatro milhões de habitantes, a capital de Pernambuco é referência no Brasil por ser o centro urbano mais rico da região norte-nordeste e possuir o maior PIB (Produto Interno Bruto) entre as capitais nordestinas.

Parque Esculturas / Foto: Andrea Rego Barros

Com tantos méritos, seja na economia ou no turismo, Recife possui um cenário encantador com suas áreas de preservação ambiental, mares e rios cristalinos, além de suas construções históricas, que nos faz parar para apreciar e entender um pouco de cada detalhe, da sua história.

Em 2013, quem pode conhecer a cidade foi a paulistana Cássia Alves, de 33 anos. “Estive em Recife a trabalho e fiquei uma semana participando de um evento na cidade. A segunda vez, fui acompanhada do meu namorado para que ele a conhecesse”.

Ao se lembrar da primeira visita, Alves afirma que conheceu poucos lugares devido às atividades laborais que precisou desenvolver na cidade, mas recorda do Marco Zero, no Recife Antigo. “A região estava em reformas para a cidade receber a Copa do Mundo de 2014, então consegui conhecer um pouco o bairro e algumas praias, mas não nadei, por saber que são perigosas por conta dos tubarões”.

Marco Zero / Foto: Andrea Rego Barros

Já na segunda visita e em companhia do namorado, Alves conseguiu conhecer outros pontos históricos. “Como estávamos a turismo fomos a Olinda e conhecemos o Centro Histórico e o Museu dos Bonecos. Almoçamos em um dos restaurantes típicos e passeamos pela feirinha de artesanato. Nos outros dias, passeamos pelo Recife Antigo, fomos ao Teatro de Santa Isabel e para praia de Boa Viagem. Ficamos uma semana e conseguimos conhecer mais a cidade e curtir melhor as atrações turísticas”.

A publicitária Marielle Blaskievicz, de 39 anos, também visitou a cidade e a convite de duas amigas. “Na época, eu trabalhava no SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) de uma empresa de Curitiba e por telefone fiz amizade com duas pernambucanas, mãe e filha, que me chamaram para ir visitá-las. Inicialmente levei na brincadeira, mas logo percebi que era de verdade e embarquei. Somos amigas até hoje”.

Ao se recordar do convite inesperado, Blaskievicz afirma que adorou conhecer a cidade. “Eu amei o Recife Antigo, porque tem tudo a ver com o meu gosto. Reúne história, artesanato, bares, música boa e comida. Achei extremamente rico o Recife Antigo e a Feirinha do Bom Jesus. Adorava ir a pé da casa da minha amiga, na Rua da Aurora, olhando o rio e as construções coloridas. No Marco Zero, vi shows lindos gratuitamente”.

Casa da Cultura – Arquivo PCR

Entre tantos Adorei conhecer este lugar que já foi uma prisão. A história é impressionante e outro fato importante é do espaço ter sido reformado e adaptado para ser um ponto turístico. A ideia foi de Brennand, que é um artista famoso na cidade. Na Casa da Cultura, vi artesanatos e tive a oportunidade de provar o Sarapatel, comida típica da região. Foi um bom passeio, bem completo”.

Paço do Frevo / Foto: Andrea Rego Barros

Todo turista quando decide visitar uma cidade quer saber se os preços da cidade turística são acessíveis e segundo Blaskievicz, eles não são caros. “Não achei caro. Foi tudo bem acessível e, na época em que eu fui pipocavam eventos culturais gratuitos pela cidade, o que achei incrível e faz com que eu associe Recife à muita atividade cultural e criativa de qualidade”.

Já Alves afirma que os preços são elevados.  “Por ser a capital do estado, os preços são mais caros do que no restante da região. Mas na minha segunda viagem, consegui encontrar opções de hospedagem pelo aplicativo por R$ 90, a diária para casal. Os almoços saíam por 20 a 30 reais. Em alguns lugares, isso pode ser mais caro, mas depende do que o turista busca. É possível curtir a cidade com um custo razoável, pelo menos para mim, que vivo a realidade de São Paulo, uma cidade com um custo de vida maior”.

Um dos incômodos encontrados por Alves foi o deslocamento. “É notório que o trânsito é uma dificuldade e faltam boas opções de transporte público que permitam o deslocamento rápido e fácil. Com um metrô amplo pela cidade, por exemplo, o acesso à alguns museus seria melhor. Além disso, gostaria de ter ido a Arena Pernambuco ou a Ilha do Retiro (estádio do Sport Recife) para conhecer os estádios, mas a falta de acesso facilitado acabou impossibilitando. Algumas das principais atrações conseguimos fazer de metrô como ir para o Recife Antigo. A oferta de aplicativos de carros é ampla e não é um serviço caro”, pondera

 

Pontos turísticos

Marco Zero

Funcionamento: Praça pública.

Aberta todos os dias e o acesso é gratuito.

 

Centro de Artesanato de Pernambuco

Funcionamento: de segunda a sábado, das 8h às 19h; domingo, das 8h às 16h.

Entrada gratuita

 

Oficina Cerâmica Francisco Brennand

Propriedade Santos Cosme e Damião, s/n – Várzea.

Site: http://www.brennand.com.br/

 

Centro de Artesanato de Pernambuco

Funcionamento: de segunda a sábado, das 8h às 19h; domingo, das 8h às 16h.

Entrada gratuita.

 

Parque de Esculturas Francisco Brennand

Aberto todos os dias, das 7h às 17h.

Entrada gratuita