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Aumenta o gasto de turistas no Carnaval de Rua paulistano

O Carnaval 2018 de São Paulo já pode ser considerado um sucesso. Ao menos é o que indica a pesquisa realizada pelo Observatório de Turismo e Eventos da São Paulo Turismo (SPTuris, empresa municipal de turismo) nos dias 3, 4, 9, 10 e 11 de fevereiro. No total foram entrevistadas mais 2,2 mil pessoas nos principais blocos de rua e também no Sambódromo. A pesquisa possui nível de confiança de 95% e margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Entre os principais resultados no Carnaval de Rua, a pesquisa mostrou de 7% das pessoas eram de fora da cidade, sendo que 1% eram estrangeiros. Entre os paulistanos, 21% disseram que receberam parentes ou amigos de outras cidades para curtirem o Carnaval na capital paulista, um aumento de quase 50% em relação ao ano passado. O gasto dos turistas também subiu de R$ 519 para R$ 683 para uma permanência de 4 dias, o que significa um crescimento de 28%. A maioria (26%) ficou em casas de amigos ou parentes.

Muitos dos foliões – 35,3% – estiveram no Carnaval de Rua paulistano pela primeira vez. E a organização foi elogiada: quase 70% disseram que está melhor do que no ano passado. Além disso, 88,6% afirmaram que a Prefeitura de São Paulo deve continuar apoiando o Carnaval de Rua da cidade.

Sambódromo 
Os desfiles das escolas de samba no Sambódromo do Anhembi também fizeram bonito. Aproximadamente 34% das pessoas eram de fora da capital paulista, um aumento de 66% e o maior índice de não-residentes já registrado no Carnaval da passarela do samba paulistana. Entre os moradores da cidade, 22% disseram que receberam pessoas de fora em suas casas para o Carnaval, um crescimento de 100% em relação ao ano anterior.

O gasto dos turistas também aumentou, passando de R$ 957 para R$ 1.151 para uma permanência de 3 dias, um incremento de 20% em relação a 2017. A maioria – 21% – ficou em hotéis e 11% utilizaram hospedagem por aplicativos e sites.

Quase metade do público foi ao Sambódromo pela primeira vez: 46%. Entre os que retornaram, quase 70% disseram que a organização melhorou.

Fonte: mercado&eventos
Foto: Daniel Teixeira/Estadão

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