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Segurança nos parques aquáticos

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Normas de segurança devem ser cumpridas pelos empreendimentos enquanto os visitantes se divertem

Visitar o Parque Aquático é opção de muitas famílias na hora de escolher um lugar para a diversão de todos. Porém, algum brinquedos podem oferecer riscos se os empreendimentos responsáveis não estarem com a manutenção e documentação em dia de seus equipamentos.

É garantido por lei o bem-estar e a segurança nos brinquedos e na infraestrutura oferecidas aos visitantes.

No Brasil, os parques devem seguir as normas da Associação Brasileiras de Normas Técnicas (ABNT) tanto para o acesso como para a manutenção das atrações. Quanto aos equipamentos e peças instaladas nas piscinas, por exemplo, o ideal é que tenham o certificado do Inmetro. O respeito as normas é condição básica nos parques, sejam secos ou aquáticos.

“Normalmente as normas são passadas pelas empresas fornecedoras dos brinquedos, que também podem ser ajustadas com os fatos ocorridos no dia a dia”, explica Aparecido Sparapani, superintendente do Grupo diRoma, que administra o diRoma Acqua Park.

É importante o visitante certificar-se dos avisos indicativos das atrações. “Temos placas sinalizadoras nos brinquedos, dizendo principalmente a altura mínima e a altura máxima, assim como outras orientações de como descer no brinquedo, o tipo de roupa adequada e até permitida para acessar, a proibição do uso de relógios e outros acessórios que representem risco de acidentes para quem usa e para outros frequentadores. Os monitores são responsáveis por reforçar essas orientações e garantir que sejam cumpridas”, pontua Sparapani.

Em casos de acidentes, o local deve possuir pessoas capacitadas para atender a situação, possuindo, por exemplo, ambulatórios, socorristas e realizar treinamentos com os colaboradores.

Nos parques do Grupo diRoma nós contamos com profissionais do Corpo de Bombeiros que fazem esse trabalho, além, é claro, de orientar e capacitar outros funcionários dos bares e da recreação para atender em possíveis eventualidades. Temos também ambulatórios com enfermeira, para que possa dar os primeiros socorros em casos de acidentes, assim como fazer curativos, aferir a pressão arterial e etc”, explica Sparapani.

As crianças devem estar sempre acompanhadas de adultos nas piscinas, mesmo as classificadas como infantis, mas é salutar que os parques disponibilizem guarda vidas suficientes para monitorar os frequentadores. “Mesmo na piscina infantil, que tem no máximo 0.40 cm de água, nós temos pessoas orientando as crianças, principalmente na descida dos toboáguas”, complementa.

Além das normas mencionadas, é de responsabilidade do estabelecimento manter as inspeções e licenças em dia, verificar diariamente as condições dos brinquedos e se funcionam perfeitamente, manter o operador da atração aquática, ou outro colaborador, com visão completa do brinquedo, garantir que os pisos das piscinas sejam antiderrapantes, para citar algumas.